Qual a diferença entre BPM, BPMS e BPS?
Quando o assunto é gestão de processos, siglas como BPM, BPMS e BPS são muito faladas. Apesar de semelhantes e muitas vezes usados como sinônimos, esses conceitos têm significados diferentes e cumprem papéis distintos dentro das organizações. Entender essas diferenças é fundamental para escolher a melhor estratégia de otimização e transformação dos processos de negócio. Neste texto, você vai conferir qual a diferença entre BPM, BPMS e BPS.
O que é um BPM?
A sigla BPM (Business Process Management) é uma abordagem de gestão focada na modelagem, monitoramento e padronização dos processos de negócio de uma organização. Mais do que uma tecnologia, o BPM é uma filosofia de gestão que busca alinhar os processos aos objetivos estratégicos da empresa, promovendo eficiência e melhoria contínua.
O que é BPMS?
Você já viu aqui no nosso blog a importância do software BPM e exemplos de processos que podem ser feitos por meio desse tipo de sistema.
Refrescando a memória e explicando de um jeito mais detalhado, o BPMS (Business Process Management System) é a tecnologia que dá suporte à prática do BPM, ou seja, é o sistema onde tudo acontece.
O software permite modelar, automatizar e monitorar os processos de negócio de forma integrada. Um BPMS geralmente inclui recursos como modelagem visual de processos, automação de fluxos de trabalho, integração com outros sistemas, acompanhamento de indicadores e geração de relatórios. Em resumo, enquanto o BPM define a estratégia e a gestão dos processos, o BPMS é a ferramenta que viabiliza essa gestão na prática.
Além dessas duas siglas e definições, ainda temos uma terceira que pode confundir.
O que é um BPS?
Já a sigla BPS (Business Process Services) refere-se à terceirização da execução e, em alguns casos, da gestão de processos de negócio para um fornecedor especializado. Em outras palavras, uma empresa que presta o serviço de modelagem de processos, como consultorias, por exemplo.
Nesse modelo, a empresa contrata serviços externos para operar processos específicos aproveitando a expertise do prestador de serviços, que muitas vezes já pode também desenvolver a tecnologia ou o usar a tecnologia de outra empresa. O BPS vai além da simples terceirização, pois normalmente envolve melhoria contínua, uso de automação e indicadores de desempenho. Tudo isso alinhado aos objetivos do negócio.
Além disso, também é importante diferenciar outra sigla: a BPMN que representa a notação do BPM, ou seja, todas as normas que envolvem a estrutura do desenho dos fluxos de trabalho. A BPMN é esse conjunto de boas práticas visando a padronização, e consequentemente, a qualidade.
Por fim, depois de conferir a diferença entre essas siglas, é hora de entender por qual caminho seguir quando é necessário organizar os fluxos de trabalho, estruturar os processos e melhorar a produtividade e entrega da organização. Em qualquer alternativa, um bom software BPM é indispensável para de fato transformar a rotina de trabalho de forma mais ágil e efetiva.
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